“Não importa”


Grito em meus sonhos
Palavras incapazes de me fazer ir mais longe,
Uma madrugada entre um dia inacabado
Onde as minhas memórias se perdem.

Trevas que me tocam
Ruídos que abusam da minha paciência,
E ancora que esta presa no fundo do mar
O meu mar de lagrimas.

Marginal, impetuoso eu sou…
Como a garça real que nada tem a perder.

Grito e mais nada mais posso gritar,
Dói-me o corpo todo
De tal forma que a minha alma
Vive como transfigurada dentro de mim.

Adormeço porque é tudo que me resta
Quando partir, sim,
Não importa se vou só sempre só.

Miguel Westerberg – 2008-06-26 – SP – Brasil

~ por miguelwest em 26 de Junho de 2008.

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